Incêndios florestais: País tem todas as condições para se sentir tranquilo

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rui_pereira_dr O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, garantiu hoje, em Ponte de Sor, que Portugal "tem todas as condições para se sentir tranquilo" face à época de incêndios florestais.
"Este é o terceiro ano consecutivo de consolidação de um dispositivo que tem dado resultados", declarou o governante na apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, hoje realizada no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor (Portalegre).

"O País tem todas as condições para se sentir tranquilo em face dos meios que disponibilizamos e da capacidade de resposta que está instalada", assegurou.
A fase "Bravo", a segunda mais crítica do combate a incêndios florestais, começa sexta-feira e termina a 30 de Junho.
A sessão de hoje, em que também participou o ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, incluiu a apresentação da Directiva Operacional Nacional sobre o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, pelo comandante operacional nacional, Gil Martins.
A Directiva Operacional Nacional constitui uma plataforma estratégica e um instrumento de planeamento, organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais.
Aplica-se a todo o território nacional e a todos os organismos e instituições que concorrem para a defesa da floresta contra incêndios, servindo de base para a elaboração dos planos de operações distritais e municipais de resposta aos fogos.
Relativamente aos meios disponíveis para a fase "Bravo", apresentados pelo comandante operacional, estarão mobilizados 6.180 elementos, 1.457 recursos técnicos terrestres, 24 meios aéreos e 70 postos de vigia.
O reforço do dispositivo acontece a 01 de Julho com a fase "Charlie", a época mais crítica em fogos florestais, que se prolonga até 30 de Setembro.
Para este período, vão estar operacionais 9.830 elementos, a maioria dos quais bombeiros, 2.276 viaturas, 56 meios aéreos e 236 postos de vigia da GNR.
No ano passado, a área ardida resultante de incêndios florestais diminuiu cerca de um quarto relativamente a 2007.
Este ano ainda não há dados oficiais sobre a aérea ardida mas, só no mês de Março, de acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, deflagraram perto de 4.000 incêndios e entre os dias 14 e 31 ocorreram 3.348 fogos.
O presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, Taveira Pinto, também prometeu que todos os esforços serão feitos para que "cada vez mais aquele bem insubstituível que é a floresta seja defendido por todos".

Fonte: Jornal Bombeiros de Portugal da Liga dos Bombeiros Portugueses

 


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