DECIF: ANPC apela em comunicado à segurança dos combatentes

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IncendioFlorestal06 Mais racionalidade. Menos emotividade. "A segurança do pessoal sob o nosso comando deve ser também motivo de pensamento prioritário no que diz respeito à sua protecção individual, mas também no que respeita à condução dos veículos de socorro". Esta é uma das mensagens enviadas a todo o dispositivo pelo Comando Operacional Nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Em carta enviada aos comandos distritais de operações de socorro (CDOS), às associações e corpos de bombeiros, e às bases onde estão sedeados os elementos do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), a ANPC aproveita a Fase Charlie para lembrar que cabe a todos os envolvidos nas missões de combate a incêndios a "grande responsabilidade" e "enorme tarefa" de garantir em permanência a segurança de todo o pessoal envolvido.

Lembrando a máxima de que "bombeiro que não está seguro, não salva", a ANPC, depois de vários acidentes de viação em serviço registados este ano, sublinha que a condução dos veículos de socorro deve ser "permanentemente adaptada" à viatura e às vias que são utilizadas, mas também às condições meteorológicas e aos outros utentes das estradas.

A mensagem reforça ainda que "para salvar é preciso chegar... Mas também regressar". A missiva termina dizendo: "Prevenir é proteger e a prevenção é também para NÓS".

CONAC exprime "confiança" e "orgulho" no DECIF

Sublinhando que as instituições valem o que "valem as suas mulheres e os seus homens", Gil Martins, o comandante operacional nacional, enviou uma mensagem de apoio a todos os que integram mais um DECIF.

"No início da Fase Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais de 2009, quero exprimir total CONFIANÇA e ORGULHO em todos vós, tendo a certeza que este será mais um ano em que Portugal e os portugueses poderão contar convosco e com o vosso empenho na salvaguarda da vida, na protecção do património e na valorização do ambiente", pode ler-se na carta enviada a todos.

Sublinhando que os bombeiros são uma força "impossível de substituir ou contornar", Gil Martins apela à "cooperação estreita", à "coordenação interessada" e à informação partilhada" como meios prioritários para vencer mais um desafio.

Fonte: Jornal Bombeiros de Portugal

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